Apps invasivos: tem alguém te vigiando

Sabe aqueles termos de serviços e condições que você nunca lê ao instalar um app? Pois é, talvez seja melhor prestar mais atenção!

São tantas opções de aplicativos e serviços disponíveis no mercado que fica difícil saber quais são seguros e confiáveis. Ao baixar um app, estamos concordando com os termos de uso oferecidos por ele, mas a maioria dos usuários (para não dizer todos) não lê sobre o serviço baixado.

Em um TED Talk, James Veitch, contou sobre a invasão de privacidade de que muitas vezes somos vítimas sem saber o motivo. O comediante caiu em uma lista de mailing e resolveu entrar na “brincadeira” do bot:

Com Veitch as coisas aconteceram de uma maneira engraçada, mas muitas vezes alguns apps nos levam a tomar decisões de forma obrigatória e armazenam informações pessoais.

O Uber, pode ser considerado um app invasivo. O sistema obriga os motoristas a pegarem passageiros sem saber o destino da rota. No UberPool, por exemplo, vários passageiros dividem a mesma corrida e o motorista não tem acesso as rotas com antecedência, isso muitas vezes pode gerar atrasos e prejuízos, não só para o motorista mas também para os usuários.

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Outro app que causa polêmicas desde o seu lançamento é o Google Photos. Você sabia que aceitando os termos do aplicativo está concordando em ceder os direitos de propriedade das suas fotos?

Além de saber seus gostos pessoais, lugares que você frequenta e marcas que utiliza, o Google possui o direito de comercializar suas fotos e lucrar em cima disso!

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A maioria dos apps pede acesso a câmera, microfone, fotos e outros recursos básicos. A partir de agora é melhor ficar mais atento. Veitch já disse:a internet nos deu acesso a várias coisas, mas deu a várias coisas, acesso a nós. 

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